segunda-feira, 19 de setembro de 2011

TDAH

O que é o TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

O TDAH é comum?
Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos.


Quais são os sintomas de TDAH?
O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas:

1) Desatenção

2) Hiperatividade-impulsividade
O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "bicho carpinteiro" ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.


Quais são as causas do TDAH?
Já existem inúmeros estudos em todo o mundo - inclusive no Brasil - demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.

sábado, 17 de setembro de 2011

A DESCOBERTA DO TDAH NA MINHA FILHA

Quando ela era um bebê já na alimentação se notava traços de tdah, mas como a gente não sabia nada sobre o assunto só achava que era preguiça mesmo.
Na hora de tomar leite ou se alimentar, ela não tinha paciência de ficar uma hora com a mamadeira, tomava o que dava em 15 minutos e não queria mais, eu comprava aqueles bicos de mamadeira pra líquidos pastosos, que quanto mais saísse mais ela ia tomar, no peito ela nem mamou, não teve jeito de pegar e como nasceu com pouco peso não pude ficar insistindo e correr o risco que ela perdesse peso, com a comida era a mesma coisa não queria comer muito, acho que ela achava ficar parada ali comendo algo muito chato, então eu contava histórias e com isso ela se alimentava bem.
Nas brincadeiras logo ela perdia o interesse pelo brinquedo e já mudava para outro.
Aos 3 anos ela começo a ir na escola, eu sempre achei que ela tinha algo diferente, mas não sabia o que era. Primeiro ela começou em uma escola municipal só na parte da manhã e ela a cada 6 meses encaminhavam ela a um psicologo diferente, na maioria estagiários, cada um dizia uma coisa diferente, pq ela tinha muito medo de ficar só com os colegas na sala, cada vez que a professora saia da sala ela chorava, e queria ficar todo tempo perto da professora, mas em casa ela sempre foi super protegida e nunca ficava sozinho, ela queria a mesma proteção na escola, no meio do ano entrou uma auxiliar de sala que se identificou muito com ela, e os problemas diminuíram bastante, ela começou até a comer na escola que antes ela não queria. No ano seguinte eu comecei a trabalhar e precisei colocar ela o dia todo na escola, mas essa escola que ela estudava só tinha meio período, então coloquei ela na parte da tarde em outra escola particular, passei o ano todo na função das escolar a primeira que coloquei ela fechou e tive que trocar ela pra outra, que foi péssima, ficava junto com crianças de todas as idades, um dia uma das moças me chamou e disse que achava que ela tinha panico que eu devia levar ela ao medico.
No último ano do jardim eu matriculei ela na parte da tarde em uma escola evangélica, e seguia na manhã na municipal, eu não sou evangélica, mas acho que tudo que fala de Deus é bom, então uma escola que fale em Deus e ensino princípios cristão não poderia ser diferente, a escola era maravilhosa, e já começou a alfabetizar ela, e logo a professora notou a falta de atenção e a hiperatividade, e me encaminhou para a psicologa da escola que me falou da falta de atenção e mandou levar ela em um neuropediatra.
Marquei a consulta com o neuro e até o dia da consulta eu já sabia tudo sobre o deficit de atenção já tinha lido tudo na internet, e tinha certeza que em fim tinha descobrido qual era o problema, e foi assim quando cheguei no neuropediatra falei os sintomas dela e levei uma carta da professora falando do comportamento dela em sala de aula, enquanto ele examinava ela nos deu uma folha pra ler e ver se ela tinha alguma das características de tdah, ela tinha quase todas de desatenção e algumas de hiperatividade e ele fez alguns exames e deu o diagnostico com TDAH e passou pra ela tomar a medicação.
Em outro post vou falar dos resultados da medicação e o que é TDAH seus sintomas, causas e tratamento.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Contando um pouco da minha história

Eu conheci meu marido tinha 13 anos, foi amor a primeira vista, quando tinha 17 anos resolvemos nos casar pra mudar de cidade, nos casamos mas acabamos ficando na nossa cidade natal.
Durante toda minha vida meu maior sonho sempre foi ser mãe, eu dizia que queria ter 4 filhos, eu era adolescente e a unica certeza que tinha era que queria ser mãe, aos 15 anos ja sabia que nome ia colocar na minha filha.
Quando tinha 22 anos decidi que era a hora de ter um filho e em abril de 2002 parei de tomar o AC, em setembro eu engravidei da minha princesa, ela nasceu em junho de 2003, uma criança linda maravilhosa, perfeita, tranquila. Fez meu mundo ficar perfeito.
Em dezembro de 2005 viemos morar em SC, no inicio a adaptação foi dificil, longe da minha família, que sempre fomos muito unidos, mas com o marido e filha foi mais facil e hoje ja vai fazer anos que moramos aqui.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Estou de volta

OI
Comecei meu blog quando decidi fazer a cirurgia de redução do estomago, mas depois da consulta do o cirurgião resolvi que seria melhor ter outro filho primeiro.
Em outubro de 2010 tomei a última cartela de anticoncepcional, e a partir de novembro comecei minha vida de treinante, meus ciclos são de 23 a 26 dias, em julho desse ano como ainda não havia engravidado fui consultar o ginecologista, ele disse que eu poderia não estar ovulando por causa do peso, mas que se esse fosse o problema emagrecendo uns 5kg já voltava ao normal, mas fiz a ultra sonografia e saiu um folículo grandão então estou ovulando e esta tudo normal.
No mesmo dia que descobri que esta tudo bem comigo, minha mãe descobriu um câncer no esôfago, os médicos disseram que uma cirurgia no caso dela é o procedimento mais agressivo de todos, e querem fazer primeiro radioterapia e quimioterapia, mas por enquanto ela esta só fazendo exames.
Com tudo isso que aconteceu decidi que talvez tenha que adiar o meu sonho de ter o segundo filho, por que gravida ou com um bebê pequeno não vou poder ficar junto da minha mãe nessa hora, mas não vou voltar a tomar o anticoncepcional, vou entregar nas mãos de Deus, ele sabe a hora certa pra tudo na nossa vida.